PM é preso suspeito de participar de assassinato de cabo em Parnamirim

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  • Cabo Ivan foi morto na última segunda-feira, em frente a uma agência bancária, em Parnamirim

Um policial militar foi preso nesta terça-feira (27) à noite, juntamente com um traficante de drogas, sob a suspeita de participação no assassinato do cabo PM Ivan Márcio da Costa Xavier, 39, ocorrido na última segunda-feira (26), nas imediações de uma agência bancária de Parnamirim.

Após receber denúncia anônima, uma equipe do 9º Batalhão da Polícia Militar efetuou a prisão de um traficante identificado como "Galego", em frente a sua residência, no bairro de Dix-Sept Rosado, Zona Oeste de Natal. Segundo o oficial de operações do 9º BPM, capitão Mailton, a denúncia indicava que o suspeito estava comemorando a morte do policial. Ele foi preso, por volta das 18h.

No local também estava um cabo da PM lotado no 3º BPM, de Parnamirim. Informações do capitão Mailton dão conta de que o agente de segurança estava a paisana e tinha acabado de chegar do enterro do colega morto. Identificado como cabo Júnior, ele foi conduzido à delegacia de Plantão da Zona Sul na condição de testemunha, mas após dar seu depoimento foi preso por inconsistências em seu depoimento.

Foi decretada a prisão preventiva da dupla. Segundo informações da assessoria de imprensa da PM, o cabo está preso na sede do Comando Geral da corporação. Ainda segundo a instituição, o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, acompanhado de perto pelo Comando Geral e pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). Mais prisões devem acontecer no decorrer das investigações.

O crime

Com 39 anos de idade, 12 de corporação, o cabo Ivan foi morto a tiros na última segunda-feira (26) durante um suposto assalto a uma agência do Banco do Brasil, localizada  no bairro da Cohabinal, Grande Natal. Ele estava no local quando criminosos, após roubarem um malote, efetuaram vários disparos em sua direção. Na troca de tiros o PM foi atingido no peito, e apesar de ser levado ao Hospital Deoclécio Marques, no mesmo município, não resistiu aos ferimentos.

MPRN, MPCE e PM cumprem mandados para apurar fraude em licitação de limpeza urbana

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O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 2ª Promotoria de Justiça de Apodi, do Grupo de Atuação Regional do Defesa do Patrimônio Público (GARPP) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco),  com apoio da Polícia Militar e do Gaeco do Ministério Público do Ceará (MPCE), deu cumprimento a sete mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (30)  em duas cidades potiguares e uma cearense.

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Felipe Guerra e Apodi, no Rio Grande do Norte, e Fortaleza, no Ceará. Além disso, foi realizada a inspeção in loco do serviço de limpeza pública na cidade de Felipe Guerra no âmbito de investigação que apura possíveis fraudes em licitação e na contratação da limpeza urbana naquele município do Oeste potiguar.

Participaram da operação sete promotores de Justiça e 20 policiais para cumprimento aos mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz da Comarca de Apodi. As investigações prosseguem e continuam em caráter sigiloso.

Governo do Estado promove mais 89 policiais militares

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O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Comando Geral da Polícia Militar, promoveu mais 89 PMs, sendo 79 para 3º sargento, cinco para 2º sargento e mais cinco para 1º sargento.

Com essas promoções, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) já soma 6.020 agentes de segurança pública promovidos na atual gestão, sendo 5.210 militares estaduais e 810 policiais civis.

As promoções do dia 14 foram publicadas no boletim geral número 210 da instituição e têm efeito retroativo a 25 de agosto de 2016.

As promoções para os servidores da pasta da Segurança Pública acontecem em três etapas durante o ano, de quatro em quatro meses, de acordo com o previsto na Lei de Promoção de Praças: em abril, agosto e dezembro – sendo feitas em alguns momentos de maneira retroativa, como neste mês.

As primeiras promoções de 2016 foram assinadas pelo comandante geral da PM, coronel Dancleiton Pereira, no dia 29 de abril, em retroativo ao dia 21 daquele mesmo mês. Na ocasião, 1.039 praças foram promovidos de uma vez.

Entidade reage à retirada da PF da segurança de Moraes

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A decisão de substituir a Polícia Federal na segurança pessoal do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, provocou uma reação negativa da corporação. Diante da repercussão, o ministério divulgou na última quinta-feira, 13, uma nota dizendo que a PF continua na equipe pessoal do ministro, mas não informou se a configuração será mantida.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou na última quinta-feira, 13, que Moraes decidiu trocar a PF por policiais militares que integram a Força Nacional em sua segurança pessoal. Segundo fontes internas, apenas um agente da PF continua na segurança pessoal do ministro. Os demais foram substituídos por homens da Força Nacional e Polícia Rodoviária Federal.

O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Boudens, disse na última quinta-feira que a entidade vai apresentar um mandado de segurança contra o ministro da Justiça, caso a determinação de delegar sua segurança à Força Nacional seja mantida. "Estamos acompanhando esta situação há duas semanas. Se a substituição for pela Força Nacional, vamos entrar com um mandado de segurança. O ministro é um constitucionalista e sabe que a lei não permite isso", afirmou. 

A notícia também provocou reação contrária entre os delegados da Polícia Federal. "A categoria enxergou de forma negativa o fato de o ministro tirar a PF", disse o presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral.

Assessores do ministro disseram anteontem, sob a condição de que seus nomes fossem preservados, que a intenção de Moraes é "prestigiar todas as corporações subordinadas ao ministério". A decisão, no entanto, fez com que setores da PF se sentissem desprestigiados. 

"A Força Nacional não tem competência legal para essa função. Estamos começando a olhar isso como um gesto contra a PF. Acredito que sim. Normalmente, se substituiria uma peça por outra, mas não é o que está acontecendo", afirmou o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais. 

Segundo Boudens, dois agentes da PF deixaram a equipe de segurança de Moraes duas semanas atrás depois de divergências com o gabinete do ministro. Dias depois, outros dois agentes também teriam sido dispensados. "Sobrou um que está analisando se fica", disse.

Polêmicas. Desde que assumiu o ministério, em maio, Moraes se envolveu em polêmicas com a PF. O ministro se recusou a receber representantes da associação dos delegados da PF que pediam a adoção de uma lista tríplice para a escolha do diretor-geral da corporação. 

Em setembro, setores da PF ficaram incomodados pelo fato de Moraes ter vazado, em conversa com eleitores em Ribeirão Preto, a realização da Omertà, fase da Lava Jato que prendeu o ex-ministro Antonio Palocci. 

A aparição de Moraes cortando pés de maconha em outra operação da PF também causou desconforto. Setores da corporação se incomodam com a postura "midiática" do ministro.

Procurada para comentar a repercussão negativa da decisão do ministro, a assessoria da pasta não se pronunciou. No fim da tarde, foi distribuída uma nota dizendo que "não é correta a informação e que a PF participa da segurança do ministro'. "Entretanto, destacamos que, por segurança, não comentamos publicamente questões que envolvam a proteção pessoal dessa autoridade", diz a nota do ministério.

Almoço termina em briga entre militantes

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O ex-presidente Lula concluía a sua fala durante encontro com apoiadores da campanha de Fernando Mineiro, em um restaurante da Via Costeira, quando grupos contrários e favoráveis ao Partido dos Trabalhadores entraram em confronto em frente ao local do evento. 
 
As tentativas da Polícia Militar de isolar cada grupo em um lado da Via Costeira fracassaram e os militantes chegaram a trocar socos e empurrões, além das ofensas verbais. No momento mais tenso da briga, apoiadores do PT quebraram um caixão de isopor, com frases contra o ex-presidente Lula, que uma manifestante contrária segurava e tentaram virar um carro que levava bonecos do ex-presidente e da ex-presidente Dilma Rousseff presos em uma gaiola, simulando as prisões de ambos.
 
A Polícia Militar retrucou fazendo uso da força contra os petistas, que devolveram com novas agressões. Os militantes favoráveis ao PT afirmavam que um dos “coxinhas” portava uma arma durante a briga. No entanto, foi esclarecido posteriormente, já em depoimento na Delegacia de Plantão de Mãe Luíza, que o homem havia simulado estar armado para amedrontar os petistas.
 
Um homem identificado como Anderson da Silva foi detido após chutar o carro de um dos manifestantes contrários ao ex-presidente Lula. Dois ônibus foram parados e o trânsito na Via Costeira ficou interrompido por aproximadamente meia hora, até que o imbróglio fosse resolvido. 
 
O presidente do Sindicato dos Rodoviários Júnior Rodoviário, que participava da ação, sugeriu a parada do transporte público. “Nós vamos parar a cidade. Iremos resistir”, afirmou.
 
Os envolvidos na confusão foram encaminhados à Delegacia de Plantão de Mãe Luiz, onde prestaram depoimento e, em seguida, foram liberados. 

Mais de 5.700 policiais militares vão trabalhar nas eleições no RN

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A Polícia Militar vai disponibilizar  5.754 agentes de segurança para atuar nas eleições de 2 de outubro em Natal e no interior. A Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) se reuniu na manhã desta quarta-feira (14) com representantes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) e órgãos de segurança para ajustar detalhes do planejamento das ações durante o período das eleições municipais deste ano.
 
Na reunião foram discutidos temas como atividades de escolta e custódia das urnas, acompanhamento de juízes e promotores em fiscalizações, além do policiamento externo e em locais de comemorações. No primeiro encontro ocorrido em agosto, a Polícia Militar anunciou a disponibilidade de 1.196 agentes de segurança para atuarem na região Metropolitana de Natal e 4.658 no interior. Também foi solicitado pelo Tribunal, o emprego das tropas federais em 86 municípios do RN.
 
O titular da Sesed, Ronaldo Lundgren, disse que todos os órgãos de segurança pública irão atuar em caráter extraordinário para garantir o sucesso da operação. “Nosso efetivo será empregado de tal modo que as ações diárias não sejam suspensas em função das eleições. Estaremos preparado para prevenir ou reprimir tumultos que possam antes do pleito, durante, ou mesmo nas comemorações dos resultados das eleições, de forma a coibir os excessos que possam perturbar a ordem”, declarou o secretário.
 
O presidente do TRE/RN, desembargador Dilermando Mota, reafirmou o apoio disponibilizado à Sesed para o cumprimento da operação. “Reafirmo que somos parceiros dos órgãos de segurança de fato e direito e estaremos recomendando aos juízes eleitorais, juízesde direito e ao Ministério Público que estejam próximos dos agentes de segurança de forma que todos os trabalhos sejam realizados de forma conjunta, da melhor maneira possível”, disse o presidente do TRE.
 
Uma nova reunião entre representantes da Sesed e TRE está agendada para ocorrer na sexta-feira (16), às 14h, no plenário do Tribunal, em Natal.