Festival Glomus chega em Natal com 180 músicos de 29 países nesta quarta (11)

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Durante uma semana Natal será a Meca da cultura mundial, com a chegada de 180 artistas vindos dos cinco continentes. Dentre eles estão músicos, bailarinos e atores, que vão promover um intercâmbio cultural com apresentações gratuitas durante o festival Glomus.

O evento acontece entre os dias 11 e 20 deste mês, com apresentações em seis polos distribuídos pela cidade, e tem como lema promover o “diálogo entre culturas através da arte performática”.

Mali, China, Gana, Tanzânia e Cingapura estão entre os 29 países que devem ter sua produção cultural apresentada durante esta semana.

“É muito raro ter a nossa cidade como destaque para tantas nacionalidades e tantas formas de pensar cultura. É um evento que amplia entendimentos sobre outras culturas”, destaca o coordenador da Glomus, Fábio Presgrave, que também coordena o setor de Relações Internacionais da Escola de Música da UFRN.

O vento tem como foco a inclusão, a sensibilização entre as comunidades e o desenvolvimento de uma colaboração transcultural.

Junto com os artistas de instituições associadas a Glomus, chegam a Natal diversos ritmos e instrumentos que não são conhecidos no Brasil e essa pode ser uma oportunidade para ampliar conhecimentos musicais.

“É uma oportunidade de aprender sobre como se faz música ou como se faz dança em outros lugares do mundo. Durante essa semana as pessoas vão poder vivenciar isso presencialmente no lugar de ver apenas pela televisão ou pela tela dos computadores”, complementa Fábio Presgrave.

O festival é promovido pela Glomus Network, uma associação de escolas de música, dança e teatro de 29 países distribuídos entre os cinco continentes. A cada dois anos, a instituições ligadas a Glomus se reúnem para promover esse intercâmbio cultural entre os países que possuem instituições de ensino associadas.

Em 2015, o evento aconteceu na Malásia, país asiático. Este ano, Natal foi a cidade responsável por inserir o Brasil na história do evento, sediando a 5ª edição do festival Glomus.

A capital potiguar foi escolhida através Escola de Música da UFRN, única instituição de ensino de música da América do Sul que é membro permanente da associação. A posição da universidade dentro da Glomus é devida a infraestrutura da Escola e expressividade de seus projetos sociais.

 

Atividades de educação musical

O projeto musical é organizado de forma conjunta pelas ONGs Atitude Cooperação e Oficina de Sonhos. As entidades participarão do primeiro dia do evento em um concerto de abertura com a Orquestra de Música da UFRN, o grupo Jerimum Jazz Band e professores da Glomus. Este primeiro momento também tem participação do projeto Conexão Felipe Camarão, que embora não seja diretamente ligado a Escola de Música da UFRN, desenvolve parcerias com a instituição.

Além do concerto de abertura, o coordenador da instituição Fábio Presgrave também destaca na programação do evento as atividades realizadas no dia 14, 15 e 17. O primeiro dia tem a temática Música no Mundo e as apresentações realizadas no Parque da Cidade devem ter como foco a música árabe.

Já no dia 15, o festival chega ao Som da Mata. O evento que costuma levar artistas locais para tocar no Parque das Dunas desta vez vai receber convidados da África, em uma tarde voltada para apresentar alguns ritmos desenvolvidos no continente.

No dia 17, por sua vez, a programação na Pinacoteca do Estado começa com uma apresentação de Coco de Roda realizada por artistas de Tibau do Sul. Os músicos locais devem se juntar a músicos de outros países, que vão interagir como o coco de roda e agregar os seus próprios ritmos e instrumentos a nossa dança típica.

As apresentações acontecerão na Escola de Música da UFRN, Parque da Cidade, Parque das Dunas, Pinacoteca do Estado, Auditório da Escola de Governo do RN e Solar Bela Vista. Todos os espetáculos são gratuitos.

Além da programação voltada para o público externo, que tem início na próxima quarta-feira, dia 11, o festival também conta com atividades voltadas para os estudantes. Desde ontem 18 alunos e professores da Academia Sibelius de Helsinki, Finlândia, e da Escola Real de Dança da Dinamarca estão em Natal, fincando moradia na ONG Atitude Cooperação, onde compõem uma peça para o Concerto de Abertura junto aos estudantes da ONG.

O evento também deve promover oficinas e trocas culturais entre os estudantes de universidades associadas a Glomus, como uma forma de enriquecer a educação artística dos alunos.

Ainda dentro da programação interna para estudantes, o evento deve promover mostras de ritmos brasileiros para alunos de outras universidades.

O evento também tem como uma vertente importante as oportunidades que abre para músicos locais, considerando que algumas universidades associadas a Glomus chegam a trabalhar com mais de 100 acordos internacionais. “É uma experiência única”, finaliza Fábio Presgrave.

 

Programação

11/01 às 20h-

Concerto de Abertura – Orquestra Sinfônica da UFRN, Jerimum Jazz Band, Alunos das ONGs Atitude Cooperação, Oficina dos Sonhos, Conexão Felipe Camarão e FUNFFEC com professores da Glomus

Local: Hotel Holiday INN Arena das Dunas, Av. Salgado Filho

12 /01 às 20h30

Jam Session – improvisação de música e dança. Local: Solar Bela Vista

13/01 às 20h30

Música no Mundo – apresentações de música e dança de vários países. Local: Escola de Música da UFRN

14/01 às 16h30

Música no Mundo. Local Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

15/01 às 16h30

Som da Mata – Apresentação com música e dança de diversos países.  Local: Parque das Dunas

17/01 às 20h30

Jam Session – Local: Pinacoteca do Estado

18/01

14h – Tour Chambre: apresentações de diversos continentes. Local: Escola de Música da UFRN

20h30 – Chinese Music Performance. Local: Escola de Música da UFRN

19/01 às 20h

Concerto de Encerramento – Orquestra Glomus, Coral Glomus e Grupo de Dança e Teatro Glomus. Local: Auditório da Escola do Governo 

Gosta de Piratas? Então você precisa conhecer este livro

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“Anne Bonny (1702-1782) foi uma pirata irlandesa extraordinária para sua época. Não aceitou o casamento que seu pai lhe impôs, fugiu da família rica, casou-se com um pirata e junto dele passou a assaltar a costa dos EUA”, narra o escritor e aviador aposentado Silvio Melo, do outro lado da linha, sobre uma das personagens centrais de “Bucaneira – Um Arriscado Regaste”, sua primeira ficção.

“Anne foi uma pirata brilhante, sabia manusear com precisão qualquer arma branca e ainda se destacou por também inserir outra mulher no universo pirata, sua amiga Mary Read, com quem lutou contra o exército inglês, quando sua tropa foi capturada”, prossegue com precisão o escritor, explicando que através de “Anne” e “Mary Read” ele fez uma homenagem às mulheres e às piratas mulheres em seu primeiro livro.

“Anne foi capturada mais adiante e condenada à forca na Jamaica junto com toda a sua tripulação, mas o mais curioso é que não se sabe o que aconteceu com ela... é como se tivessem apagado a continuação de sua história”, completa na linha, definindo seu livro como, não por acaso, a continuação fictícia da história da pirata.

“Tirei Anne do cárcere e lhe dei uma nova aventura”, brinca Silvio, explicando, no entanto, que a trama de “Bucaneira” (Chiado Editora, 368 páginas) não é centrada inteiramente na personagem. A obra traz em suas páginas um verdadeiro esquadrão de piratas, uns reais, outros fictícios, reunidos em prol de uma caça a um tesouro perdido.

“Mas sem a visão hollywoodianas de seres mortos, com polvos nas barbas e esse tipo de coisa”, pondera o autor, mencionando principalmente as representações na cine franquia “Piratas do Caribe” e o icônico Jack Sparrow, interpretado pelo ator Johnny Depp.

“Quis fugir um pouco disso e representar essas pessoas com verossimilhança. São personagens que mesmo com a diferença de tempo poderiam facilmente ser eu ou você”, completa sobre a obra lançada oficialmente no ano passado durante a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

“Todos os piratas vão se encontrando ao longo do livro para caçarem um tesouro e isso é o máximo que posso dizer”, conta o escritor fazendo mistério sobre o conteúdo das 368 páginas que já possui inclusive uma continuação sendo escrita.

“O livro deixa uma ponta para a continuação da história e estou trabalhando nela atualmente, mas tudo muito no começo ainda... Sei apenas que a mesma trupe de piratas retorna para a continuação”, conta, adiantando apenas o título da próxima aventura “Bucaneira – Os Ollhos de Jade”, ainda sem previsão de lançamento.

EDITORA PORTUGUESA

O livro faz parte de seu contrato com a editora portuguesa “Chiado”, firmado há alguns anos e que prevê ainda o lançamento de mais alguns títulos, não apenas da série “Bucaneiras”, como também de outros romances nos quais o ex-aviador está trabalhando atualmente.

“Há cerca de um ano imprimi uma versão particular de Bucaneira e enviei para algumas editoras. A Chiado se mostrou muito interessada prontamente e então fechamos a parceria”, detalha, afirmando ainda que a obra está sendo atualmente distribuída, através da editora, para todos os países de língua portuguesa, incluindo Angola, Cabo Verde e Moçambique.

INSPIRAÇÃO PELO MAR

Não por acaso, o aviador aposentado escolheu uma praia para morar desde quando decidiu se instalar em terras potiguares em meados de 2014, dois anos após deixar sua rotina como aviador. “Moro na praia de Búzios o que é bem apropriado para me inspirar para os próximos passos desses piratas”, brinca o escritor.

Também vem do mar o mote inicial para que ele se debruçasse no universo dos piratas. Tudo aconteceu há alguns anos enquanto realizava uma de suas maiores travessias como piloto. “Eu via lá de cima o mar, e principalmente o degelo polar, milhares de icebergs se dissolvendo no mar e pensei naquele momento que gostaria de escrever alguma coisa sobre esse universo”, conta.

“E se para mim já era difícil mesmo com a tecnologia, imagine para quem realizava o mesmo percurso somente com velas? Era preciso muita coragem, e como tudo já foi escrito sobre Colombo, Cabral, Vasco da Gama e outros grandes nomes das travessias oceânicas, resolvi falar sobre os piratas que sem dúvida também merecem todos os méritos nesse aspecto, todos foram grandes nomes das travessias”, complementa.

Silvio Melo começou na aviação como professor titular de “Navegação Aérea” e adjunto em “Aerodinâmica” e “Meteorologia” na Escola de Aperfeiçoamento e Preparação da Aeronáutica Civil (EAPAC), no Rio de Janeiro, durante a década de 70. Desde então acumulou mais de 40 anos de voo, tendo experiência como piloto executivo e de linha para a Rio-Sul Serviços Aéreos, uma extensão da VARIG S/A.

A pesquisa inicial para o seu primeiro romance começou então em 2012, assim que Silvio se aposentou, através de livros e documentos que consultou em um período de quase três anos. O lançamento oficial em Natal está sendo marcado para o mês de março, ainda sem data ou local confirmados.

Enquanto não lança a continuação de “Bucaneira – Um Arriscado Resgate”, Silvio mantém um blog de mesmo nome com várias curiosidades relacionados ao universo dos piratas (bucaneira.blog), onde o livro pode ser adquirido fisicamente ou na sua versão e-book.

Após 10 anos, autor prepara nova e definitiva biografia de Roberto Carlos

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O pior pesadelo de Paulo Cesar de Araújo começou na manhã de 17 de janeiro de 2007. Há exatos dez anos e um dia, Roberto Carlos entrava na Justiça com uma queixa crime e um pedido de busca e apreensão contra a biografia Roberto Carlos em Detalhes, de sua autoria.

Milhares de cópias já estavam nas lojas quando, cinco dias depois, uma determinação ordenou a retirada dos exemplares e estipulou uma multa de R$ 50 mil ao lojista que mantivesse a vida de Roberto exposta na vitrine. Dez anos e um dia. Nesse tempo, o tiro disparado por Roberto perfurou a alma de Araújo, abateu o mercado editorial, tirou lascas de um grupo de artistas decididos a apoiar o cantor em sua cruzada pelas biografias não autorizadas e ricocheteou no teto. Agora, dirige-se ao próprio atirador.

Uma nova biografia de Roberto será lançada até o segundo semestre de 2017. Escrita pelo mesmo autor proibido, Paulo Cesar de Araújo, que já havia revisitado a história em 2014 com o autobiográfico O Réu e o Rei, a publicação centra agora na obra para explicar o mito. O mesmo tom respeitoso e a apuração de fôlego de Araújo não devem poupar Roberto de episódios desconfortáveis, como a traumática perda de parte da perna direita em um acidente na infância, nem ceder à sanha do cantor pelos tribunais. Eis o ponto. Dez anos, um dia e uma decisão do Supremo Tribunal Federal depois, o mundo não é mais o mesmo. "Os processos são do jogo e nenhuma editora luta para publicar o que quer. Mas o biografado que decidir processar um biógrafo vai ter de pensar mais. Afinal, vale a pena comprar a briga?", diz Carlos Andreazza, editor executivo da Record, responsável pelo lançamento da nova biografia.

Paulo Cesar diz que escreve sem as amarras do medo. "Os casos estarão todos lá, até porque Roberto nunca disse que algo do livro fosse mentira. Seu cavalo de batalha não foi esse". E o que teria mudado na vida de um biógrafo nesses dez anos? "Quando pedia uma entrevista para o livro, eu vivia ouvindo a frase ‘mas você tem autorização para escrever?’. Havia uma naturalização desta ideia. O cenário hoje é diferente."

A editora de Araújo deve fazer uma operação para inundar as lojas com a nova biografia. A tiragem inicial, de ambiciosas 50 mil cópias (um livro com bom potencial de vendas sai, em geral, com dez mil), será usada em pilhas armadas em vitrines e em locais privilegiados das lojas. "As pessoas vão saber do dia do lançamento, mas vamos guardar várias informações, como o título e a capa, para que elas só conheçam o produto nas lojas", diz Andreazza.

Marco Antonio Campos, advogado da tropa de choque de Roberto sobretudo nos possíveis casos caluniosos, de injúria, difamação ou de uso indevido de sua imagem, diz que estará atento no dia do lançamento do livro. "Eu não tenho nenhuma expectativa nem alguma pré orientação. Assim que sair o livro, vamos examinar se ele comete algum crime, algum delito que o outro já cometia. Ainda não tem como fazer um juízo antecipado."

É muito provável que o próprio Roberto não leia sua nova biografia. Muitos acreditam que ele não tenha lido nem a primeira, que mandou retirar das livrarias. O traço controlador da própria imagem, no entanto, não vem de agora. Uma matéria da jornalista Sonia Abrão para uma edição da Revista Contigo de 1980 relata a censura pessoal de Roberto a várias partes do programa Quem Tem Medo da Verdade, da TV Record. Para permitir a reexibição da edição gravada dez anos antes, Roberto fez suas exigências. Sentou-se na ilha de edição da emissora com expressão de delegado, como mostra a foto da matéria, e empunhou a tesoura com assustadora destreza. "Logo de cara, ele exigiu que fosse retirada sua opinião sobre os hippies. Em seguida, cortou o que falou sobre seu casamento com Nice e a parte em que os jurados atacaram seu maior rival naquele ano de 1970, Paulo Sérgio", descreve Sonia. No momento em que reviu um entrevistador perguntar sobre o acidente com sua perna, Roberto, descreve a reportagem, deu um pulo da cadeira. "Corta, bicho! Corta isso já!". E mandou mudar também a parte em que falava de seu envolvimento sentimental com Wanderléa. "Esse papo não é conveniente". Antes de concluir sua "edição", Roberto mandou retirar as falas do jornalista Arley Pereira, o único que o condenava ao final do programa.

A nova biografia deve ser a prova de fogo ao julgamento do caso no STF, em junho de 2015, quando a votação se tornou uma peça histórica contrapondo a liberdade de expressão e de informação aos também legítimos pedidos de direito à privacidade. Até aqui, nenhuma publicação assinada por um biógrafo trouxe conteúdo explosivo a ponto de colocar em teste tal determinação. A única exceção pode ser considerada disparo de fogo amigo. A autobiografia de Rita Lee (leia matéria abaixo) provocou mais estragos do que qualquer biógrafo em 2016. E - resultado ou não de um amadurecimento diante de biografados e adjacentes - nenhum processo foi movido. Ou, ao menos, ainda.

Liberdade

A era pós-STF promete páginas quentes. A mesma Record tem na programação uma biografia da apresentadora Hebe Camargo, escrita pelo jornalista Artur Xexéo, e do político e empresário Teotônio Vilela, de Carlos Marchi. A Companhia das Letras tem na agenda, para sair entre 2017 e 2018, as bios do empresário Roberto Marinho (de Leonêncio Nossa, jornalista do Estado), do apresentador Silvio Santos (do também jornalista Ricardo Valladares), do político Carlos Lacerda (de Mario Magalhães) e do personagem histórico Tiradentes (de Lucas Figueiredo). 

A Globo Livros segue à frente do filão religioso que praticamente criou com o blockbuster Padre Marcelo. O jornalista Rodrigo Alvarez, que já vendeu 80 mil cópias com a história de Padre Fábio, deve repetir a dose. Assim como a roqueira Rita Lee, que parece ter gostado da brincadeira de escritora e que fará, agora, um livro ficcional.

O meio parece respirar mais aliviado. "Muitos editores deveriam estar aguardando esse momento para lançar livros", diz Mauro Palermo, diretor da Globo Livros. "2016 fechou melhor do que esperávamos", fala Otávio Marques da Costa, da Companhia das Letras. Roberto Feith, editor que acompanhou as audiências no STF, diz o seguinte: "Retomamos o caminho da sanidade e da liberdade responsável de pesquisa e expressão".

Em ação do GACC, artista pinta aquarelas de pets

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Fotos do bichinho de estimação todo mundo tem. Mas que tal ter um retrato pintado à mão? Graças a uma ação do Grupo de Apoio de Apoio à Criança com Câncer (GACC/RN), está bem fácil fazer esta homenagem ao amiguinho. O artista visual Leandro Garcia está produzindo aquarelas de pets, na Galeria Toque de Mídias, no Natal Shopping.

E o melhor é que o lucro de cada trabalho será revertido para a instituição que há 27 anos ampara crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer e suas famílias vindas de todo o Rio Grande do Norte.

Leandro Garcia, cuja arte consiste na mistura de técnicas e materiais, começou a pintar animais de estimação no ano passado, quando precisou arrecadar dinheiro com urgência para o tratamento de saúde do seu próprio cão. “E como não é o que eu considero exatamente meu trabalho artístico, sempre reverto para alguma ação como esta do GACC”, explicou ele.

Para ter um retrato em aquarela, basta mandar um e-mail como uma boa foto do bichinho para toquedemidiascomunicacao@gmail.com ou levar a imagem até a galeria durante a ação. O custo da arte é R$ 100. Garcia fará “live paint” na galeria durante toda a tarde, mas como cada trabalho leva mais de duas horas para ser concluído, ele seguirá com as encomendas ao longo da semana.

“Nós sabemos o quanto o amor que sentimos por nossos pets é verdadeiro. E nesta ação, é possível eternizar este sentimento e ainda ajudar várias crianças e famílias que estão atravessando um momento delicado de suas vidas”, afirma Nathy Passos, coordenadora de marketing institucional do GACC.

Esta ação dá continuidade à campanha dos heróis honorários de vendas de camisetas, cujo objetivo é arrecadar recursos para a manutenção da sede e dos projetos. Desta vez, além de camisas para humanos, foram produzidas bandanas para os pets, também com estampas de super-heróis. Os produtos podem ser adquiridos na sede da própria instituição.

Leandro Garcia é arte educador, artista multimídia e designer digital, atuando entre outras áreas, nos estudos de arte mídia, apropriação fotográfica em redes sociais e poéticas da visualidade. Atualmente, trabalha como arte-educador em São Gonçalo do Amarante, onde desenvolve um trabalho de ensino de artes para menores infratores. Em sua poética artística, dedica-se a pintura biográfica como forma refletir suas memórias e incorpora-las a seu universo de narrações ficcionais. Um dos seus estudos mais importantes é UNICOS, iniciado em 2007 com o estudo de apropriações fotográficas para realizações monotípicas preto e branco e posteriormente desdobrando-se em técnicas mistas. E vem desenvolvendo a pintura e pesquisa sobre a construção subjetiva da identidade e a superexposição de pessoas comuns em ambientes virtuais.

 

 

Carlos Eduardo anuncia atrações de peso para Carnaval 2017

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O prefeito Carlos Eduardo anunciou em sua conta do Twitter que está acertando a contratação de atrações para o carnaval de Natal, em 2017.

Dentre os anunciados estão Alceu Valença, Margareth Menezes, Moraes Moreira e Monobloco. "Prefeitura e patrocinadores acertando Alceu Valença, Margarete Meneses, Monobloco e Moraes Moreira no nosso carnaval (sic)", escreveu.

Neste ano, o Carnaval de Natal também deverá contar com artistas locais.

Participante do 'The Voice Kids' engasga e reação de jurados surpreende

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No último domingo, 15, ocorreu o segundo dia de audições no The Voice Kids. Uma das participantes, Maria Tereza Prezoto, de 13 anos, protagonizou um dos momentos mais surpreendentes da noite: logo no começo de sua música, Seria Tão Fácil, a menina engasgou. No momento em que ela parou de cantar para tossir, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Victor e Leo viraram a cadeira
 
Encorajada, Maria Tereza voltou a cantar e foi uma das melhores da noite. Todos os jurados a elogiaram muito. "Você cantou lindamente", disse Ivete Sangalo. "Quantas vezes todos nós tivemos um pigarro e situações mais adversas?", refletiu a cantora. 
 
"Vencer o medo é o primeiro passo para quem quer voar", disse a candidata ao terminar sua apresentação. Maria Tereza escolheu o time de Ivete, que brincou que, agora, tem uma casa para passar o inverno em Campos do Jordão, cidade da menina.