Sine-RN oferece mais de 20 oportunidades de emprego, nesta terça-feira

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O Sine-RN oferece, nesta terça-feira (10), mais de 20 oportunidades de emprego em Natal e Mossoró. São 22 vagas permanentes distribuídas para corretor de imóveis, agente de microcrédito, jardineiro, dentre outras profissões requisitadas.

Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via Internet no Portal Mais Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego através do endereço maisemprego.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz Cidade da Esperança, localizada na Rua Adolfo Gordo, s/n, Cidade da Esperança - Natal-RN, no prédio da Central do Trabalhador no horário de 8h ás 16h ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.

O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Mais Emprego, pode comparecer às agências do Sine, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência.

O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do Sine Matriz Cidade da Esperança.

Confira a listagem de vagas:

VAGAS PERMANENTES:

- NATAL e GRANDE NATAL

Agente de microcrédito - 4 vagas

Corretor de imóveis – 4 vagas

Jardineiro – 1 vaga

Supervisor de cozinha – 1 vaga

MOSSORÓ E REGIÃO

Consultor de vendas – 1 vaga

Empregado doméstico nos serviços gerais – 1 vaga

Resgatista socorrista – 3 vagas

Técnico de enfermagem – 5 vagas

Vendedor pracista - 2 vagas

Sine-RN oferece 20 oportunidades de emprego, nesta sexta-feira

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O Sine-RN oferece, nesta sexta-feira (13), 20 oportunidades de emprego em Natal e Mossoró. Em natal são oferecidas cinco vagas permanentes de emprego para jardineiro, operador de máquina de bordar e pizzaiolo. Na Capital do Oeste são 15 oportunidades, entre concsultor de vendas, técnico de enfermagem, resgatista socorrista e outras funções.
 
Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via internet no Portal Mais Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego através do endereço maisemprego.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz Cidade da Esperança, localizada na Rua Adolfo Gordo, s/n, Cidade da Esperança - Natal-RN no prédio da Central do Trabalhador no horário de 8h ás 16h ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.
 
O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Mais Emprego, pode comparecer as agências do Sine, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do Sine Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 16h.
 
Confira a lista de vagas permanentes:
 
NATAL E GRANDE NATAL
 
Jardineiro - 2 vagas
Operador de máquina de bordar - 1 vaga
Pizzaiolo - 2 vagas
 
MOSSORÓ E REGIÃO
 
Consultor de vendas - 1 vaga
Empregado doméstico nos serviços gerais - 2 vagas
Farmacêutico - 1 vaga
Resgatista socorrista - 3 vagas
Técnico de enfermagem - 5 vagas
Vendedor pracista - 3 vagas

Sine-RN oferece mais de 20 oportunidades de emprego, nesta quarta-feira

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O Sistema Nacional de Emprego no RN (Sine-RN) oferece, nesta quarta-feira (4), mais de 22 oportunidades de emprego em Natal e Mossoró.
 
Para concorrer às vagas, o candidato deve se cadastrar via internet no Portal Mais Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego através do endereço maisemprego.mte.gov.br ou na unidade do Sine Matriz Cidade da Esperança, localizada na Rua Adolfo Gordo, s/n, Cidade da Esperança - Natal-RN no prédio da Central do Trabalhador no horário de 8h às 16h ou em qualquer agência do Sine nas centrais do cidadão de Natal e no interior.
 
O interessado que não tem cadastro e acesso ao Portal Mais Emprego, pode comparecer as agências do Sine, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Número do PIS, cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência.
 
O atendimento é de acordo com o horário de funcionamento das centrais do cidadão e do Sine Matriz Cidade da Esperança no prédio da Central do Trabalhador, das 8h às 16h.
 
VAGAS PERMANENTES - NATAL e GRANDE NATAL
 
Auxiliar de marceneiro - 1 vaga
Jardineiro - 1 vaga
Promotor de vendas - 2 vagas
Servente de obras - 2 vagas
Supervisor de cozinha - 1 vaga
 
VAGAS TEMPORIAS - NATAL e GRANDE NATAL
 
Conferente de mercadoria - 10 vagas
 
MOSSORÓ E REGIÃO
 
Consultor de vendas - 1 vaga
Empregado doméstico nos serviços gerais - 1 vaga
Resgatista socorrista - 1 vaga
Vendedor pracista - 2 vagas

Salário aumenta quase 15% para cada ano de estudo, diz FGV

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Quem estuda mais, ganha mais, sim, revela um estudo da Fundação Getulio Vargas que demonstra que a educação e os rendimentos salariais estão muito mais conectados do que se pode imaginar. De acordo com a pesquisa, cada ano de estudo completo, aumenta o salário em média quase 15%. Assim, uma pessoa que conclui o ensino médio pode ter um salário três vezes maior do que uma pessoa que não tem. 

De acordo com o professor da IBE-FGV, Marcelo de Elias, consultor e palestrante especialista em temas como Mudança e Estratégia, devido a diversos fatores como tecnologia e acesso à educação, o mercado tende a reduzir ofertas de vagas para funções com níveis de educação mais baixos e aumentar a exigência. "Mesmo para as vagas mais iniciais, as empresas irão fazer mais exigências quanto ao nível de escolaridade porque a mão de obra tornou-se mais qualificada com o passar do tempo em um processo natural" 

Ele destaca a vantagem do ensino profissionalizante como fator importante, mas alerta que é necessário ir em frente. "Com certeza, quanto mais qualificado for o profissional, maior a probabilidade de conseguir uma vaga. O curso técnico proporciona uma profissão, mas hoje em dia as empresas têm mais oferta. Por isso, podem escolher com quem desejam trabalhar", afirma apontando o currículo como o primeiro ponto de destaque no processo de seleção.

Segundo o professor, quanto mais longe ele for na carreira, maior será também o seu leque de possibilidades. "Consequentemente seu poder de contribuição à empresa aumenta junto com sua remuneração".

A Medellin Baliani queria muito voltar a estudar após ficar quatro anos em uma cadeira de rodas devido a um acidente de moto. Quando recuperou os movimentos, matriculou-se imediatamente no Vestibulinho para o técnico em Administração. "Primeiro fiz ensino profissionalizante para melhorar a empregabilidade e conseguir dinheiro para a faculdade", conta. Formada, ela percebeu que para ir além, era preciso ter curso superior.

"Com um cargo melhor, consegui entrar na faculdade de Gestão em RH. Com o fim do curso, me inscrevi no vagas.com e comecei a analisar as possibilidades. Quando passei no processo seletivo e conquistei uma vaga no departamento comercial da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, em Piracicaba, o salário foi o dobro do último emprego e tenho certeza que vai melhorar ainda mais". 

Segundo ela, a próxima etapa é o MBA. "Não vou mais parar. Quero alcançar degraus mais altos", finaliza.

Maioria que procura vaga temporária tem mais de 30

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A crise mudou o perfil e as expectativas de quem procura um emprego temporário de fim de ano. O trabalhador que hoje está em busca de uma ocupação entre outubro e dezembro é mais velho e experiente. Além disso, a cada ano, cresce a parcela de candidatos desempregados que enxergam nessa oportunidade uma forma de se recolocar no mercado de trabalho ou de obter renda para quitar dívidas.

Mais da metade (54%) dos candidatos a uma vaga temporária neste fim de ano tem mais de 30 anos. Essa fatia é mais que o dobro da observada no mesmo período do ano passado (25%), aponta pesquisa da Vagas.com, empresa de tecnologia para recrutamento e seleção.

Com base em uma amostra nacional de 1,6 mil currículos que constavam no banco de dados da empresa na última semana de outubro, a pesquisa mostra que 74% dos trabalhadores buscam uma vaga temporária de fim de ano. Em 2015, essa parcela era de 70% e no ano anterior, de 67%.

Um resultado que chama atenção é que, entre os que se candidatam a uma vaga temporária, 78% estão desempregados este ano. Em 2015, um ano também de crise, essa participação era expressiva, porém um pouco menor: 66%.

"Os brasileiros incorporaram o trabalho temporário para enfrentar a crise", observa o coordenador da pesquisa, Rafael Urbano. Ele destaca que, entre os entrevistados, é crescente, a cada ano, a parcela daqueles que já fizeram algum trabalho temporário. Neste ano, mais da metade dos entrevistados (54%) relataram já terem prestado serviços temporários, ante 40% em 2015 e 28% no ano anterior.

Recolocação

Com o desemprego em alta e a perspectiva dos economistas de que o cenário do emprego não reaja nos próximos meses, o serviço temporário tem sido, do ponto de vista do trabalhador, uma porta de entrada para a recolocação profissional. Essa é a esperança de Luiz Claudio Cortelazi, de 34 anos, casado e com uma filha de dois anos. 

Faz um mês que Cortelazi foi demitido. Com formação em matemática, ele trabalhava numa empresa que prestava serviços de tecnologia. "Houve uma redução de custos no projeto e eu fui cortado", conta. A sua mulher, que é advogada e trabalhava na ouvidoria de um banco, também está sem emprego há três meses. Agora, o casal procura uma nova oportunidade por meio de uma vaga temporária.

Em um mês, Cortelazi mandou 1,8 mil currículos, deu entrada no seguro-desemprego e está procurando trabalho temporário. "Mando, mando currículo e não tenho retorno nenhum. Quando aparece alguma coisa, é muito fora da descrição da vaga", conta. Até agora, a única empresa que o chamou para entrevista foi para ser consultor de implantação de sistemas de tecnologia. "Quando cheguei lá, era para ser consultor de implantação de imóveis. Não tinha salário, ajuda de custo. Só ganharia algo se vendesse o imóvel. Desisti."

A possibilidade de recolocação no mercado de trabalho foi o motivo alegado pelos candidatos a uma vaga temporária que mais cresceu no último ano. De acordo com a pesquisa, 26% dos entrevistados declararam neste ano que buscam uma recolocação. Em 2015, essa fatia havia sido de 16%. Outro fator que tem ampliado a procura por uma vaga temporária é obter renda extra para pagar dívidas. Em 2015, 9% dos entrevistados tinham esse objetivo. Neste ano, são 13%.

Urbano, da Vagas.com, observa que o aperto no orçamento provocado pela crise tem levado até mesmo quem hoje está empregado a procurar um vaga temporária. Nesse grupo, um terço está em busca de um emprego de fim de ano para obter uma renda extra para quitar dívidas. E a pesquisa mostra que as dívidas com cartão de crédito voltaram a liderar o ranking das pendências financeiras de quem procura um emprego de fim de ano

Apesar de os desempregados mais velhos e experientes terem arregaçado as mangas e se candidatado a uma vaga temporária para enfrentar a falta de emprego, a confiança de que essa estratégia dará resultado diminuiu. Neste ano, a pesquisa mostra que 76% dos entrevistados acreditam que vão conseguir uma vaga temporária. Em 2014 e 2015, a confiança era bem maior, com índices de 80% e 94%, respectivamente.

Adolescentes deixam escola mais cedo para buscar emprego

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A deterioração no mercado de trabalho levou a um aumento na busca de adolescentes por emprego, o que está ajudando a piorar a evasão escolar no País. A taxa de desemprego na faixa etária entre 14 e 17 anos foi a que registrou maior aumento no segundo trimestre de 2016 ante o mesmo período do ano anterior: passou de 24,4% para 38,7%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
No entanto, a deterioração na taxa de desemprego entre adolescentes - e na média do mercado de trabalho como um todo - começou um ano antes, em 2015. O resultado coincide com uma queda mais acentuada nas matrículas do ensino médio, apontada pelo último censo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
 
No ano passado, o número de jovens matriculados no Ensino Médio teve uma queda de 2,7% em relação a 2014, quase três vezes mais do que a taxa registrada em anos anteriores. Desde 2007 essa variação não chegava a 1%. O resultado da evasão registrada na passagem de 2014 para 2015 equivale a 224 mil adolescentes a menos na escola.
 
"À medida que as pessoas de mais importância no domicílio perdem o emprego, a tendência é que os outros moradores busquem um trabalho ou ajudem um parente em alguma atividade para complementar a renda da família. Durante a crise, a perda do emprego tem esse efeito de abandono escolar, de queda nas matrículas", explicou Sandro Sacchet, pesquisador da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
 
O aumento na taxa de desemprego entre os adolescentes acompanha a deterioração no mercado de trabalho como um todo. No segundo trimestre de 2014, a taxa de desocupação entre os adolescentes estava em 20,9%, enquanto a taxa de desemprego na economia como um todo era de apenas 6,8%. A exemplo do que ocorreu entre os adolescentes, um ano depois, a taxa de desocupação no País tinha saltado para 8,3%. Em 2016, alcançou 11,3%.
 
O aumento no número de jovens em busca de uma vaga acompanha, sobretudo, a perda do emprego pelos chefes de família, grupo majoritariamente formado por pessoas entre 40 a 59 anos. Segundo avaliação do coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a redução no número de postos com carteira assinada e a queda na renda do trabalhador são os fatores que levam a maior busca por uma vaga. Os demais integrantes da família, que não trabalhavam, passam a procurar um emprego para ajudar a compor a renda e estabilidade perdidas.
 
"A recessão, que reduziu a renda familiar, obriga pessoas a voltarem o foco para o mercado de trabalho. Às vezes, as pessoas não conseguem estudar e trabalhar ao mesmo tempo e vão só procurar emprego. Agora é um momento em que falta dinheiro em casa, então o filho também vai buscar trabalho", explicou Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador de Economia Aplicada do IBRE/FGV. 
 
As duas principais razões para a evasão escolar são o mau rendimento e o trabalho infantil, de acordo com um relatório do Unicef, citado pela secretária Executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa de Oliveira.
 
"A Pnad não mede a qualidade do trabalho que está sendo procurado. O único trabalho permitido legalmente para adolescentes de 14 a 17 anos é o de aprendiz. Em geral, as outras formas de ocupação de adolescentes são degradantes, penosas e perigosas", alertou Isa.