Sem medo de ter opinião

POR DENTRO DA ARENA | Equipe do @NovoJornalRN acompanha uma manhã de trabalho no canteiro de obras de onde surgirá o Arena das Dunas

| CONSTRUÇÃO | O TRABALHO É CORRIDO PARA CUMPRIR O CRONOGRAMA E ENTREGAR A ARENA PRONTA NA DATA LIMITE IMPOSTA PELA FIFA: 31 DE EZEMBRO DE 2013

Texto: RAFAEL DUARTE | Foto: NEY DOUGLAS
DO NOVO JORNAL

O ESTÁDIO MACHADÃO vai sumindo do mapa sem que a população tenha ao menos a oportunidade de dar o último adeus. Cercado, agora quem manda na grande área é a construtora OAS. Os funcionários, por exemplo, não podem falar com a imprensa, que a partir de agora, por motivos de segurança devido principalmente às obras de demolição, terá o acesso restrito às dependências.

As informações estão centralizadas na figura do diretor da Arena, Charles Maia, que recebeu o NOVO JORNAL sextafeira passada na sede provisória da empresa, instalada onde funcionava a antiga administração do estádio. O trabalho é corrido para cumprir o cronograma e entregar a Arena pronta na data limite imposta pela Fifa: 31 de dezembro de 2013.

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outubro 31, 2011   No Comments

ARTIGO | O legado e o “very very”

CARLOS MAGNO ARAÚJO
Diretor de Redação
carlosmagno@novojornal.jor.br

Andei curioso em saber quantos torcedores poderiam ver os jogos da Copa de 2014 em Natal na Arena das Dunas, o espaço multiuso cuja construção ganhou gás nas últimas semanas e faz  do canteiro de obras em torno dos finados Machadão e Machadinho um espaço quase turístico. Um agente local mais esperto já já inclui no seu pacote uma paradinha ali, para fotos. Os visitantes vão amar.

Para quem quiser, desde que a vista alcance por além da cerca que isola e demarca o espaço da obra, já está lá, desenhadinho, o local do gramado. Hoje é só um  campo de areia e barro, que serve como referência para as equipes de operários. Uma várzea de luxo. Segundo o projeto, haverá 42 mil assentos no estádio,  distribuídos assim: 634 para os camarotes, 2.204 para os de “hospitalidade”, ou vips, 10.209 temporários, 1.182 para a mídia e 27.771 para o “público geral”.

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outubro 30, 2011   No Comments

ARTIGO | Eleitor copa do mundo

Iranilton Marcolino
do NOVO JORNAL

Nós temos a mania de repetir que político só aparece quando tem eleição. É uma sensação que nos assola pelo fato de que é apenas durante dois meses de campanha eleitoral, que somos entupidos de mensagens pelo rádio e TV, sem contar panfletos, carreatas, comícios e tudo o mais. Não há quem deixe de prestar atenção nos políticos nos sessenta dias que antecedem o pleito, simplesmente porque eles estão ali gritando nos nossos ouvidos.

Essa particularidade do processo leva à conclusão de que nós eleitores é que somos vítimas da nossa passividade. É muito cômodo ficar sentado no sofá esperando que passe à sua frente uma prestação de contas do esperto que você elegeu. É somente perto de acabar o mandado que ele vai lembrar que precisa chamá-lo de volta às urnas e vai bombardeá-lo dizendo tudo que (não) fez durante a investidura.

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setembro 12, 2011   No Comments

[Editorial] Rumo Lento

Parece que quanto mais o tempo passa, menos têm andado projetos que desde sempre foram tidos como fundamentais para que a cidade esteja pronta para receber os jogos do mundial de 2014, por mais dúvidas que se coloquem em cima da possibilidade de a capital potiguar vir mesmo a ser sede da copa e, mais, em sendo (o que, por enquanto, não resta dúvida), se as ditas obras estarão mesmo prontas até junho de 2014.

Por enquanto, o que se ouve das autoridades é que, atropelos à parte, a capital potiguar está até avançada em relação aos prazos estabelecidos pela Fifa. Ainda que se considere assim, não dá para desconhecer a lerdeza com que todo esse processo é tocado em Natal. Era de se imaginar que as obras de mobilidade, por exemplo, consideradas fundamentais e inadiáveis (haja copa ou não) porque há muito tempo o trânsito da capital é cheio de gargalos, pudessem ganhar mais agilidades.

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setembro 6, 2011   No Comments

[Editorial] O novo Barreira Roxa

Apesar de todas as dificuldades que enfrenta, muitas delas em razão de descontroles de gestão ou descontinuidades administrativas, o Rio Grande do Norte, sob certo ponto de vista, não tem do que reclamar. É bafejado pela sorte, por exemplo, quando dispõe de belezas naturais como as verificadas ao longo de 400Km de costa. Da mesma forma, pela proximidade com a Europa, o que, infelizmente, ainda não resultou em vantagens ou dividendos. [Read more →]

agosto 13, 2011   No Comments

[Matéria] Parreira diz que é cedo para natalenses perceberem a copa

Henrique Arruda do NOVO JORNAL

Oito setores da economia Potiguar serão diretamente beneficiados pela Copa de 2014 em Natal. Ou pelo menos foi isso que ficou bem claro na manhã de ontem durante o “Encontro SEBRAE de Negócios e Oportunidades para 2014”, que reuniu empresários, o vice governador do Estado, Robinson Faria, a prefeita Micarla de Sousa e toda a diretoria do Serviço Brasileiro de apoio à Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). Finalizando a programação houve também a palestra do ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlos Alberto Parreira. [Read more →]

julho 26, 2011   No Comments

[Roda Viva] Do sonho ao pesadelo

Cassiano Arruda Câmara do NOVO JORNAL

Está na hora de Natal promover uma radical mudança na sua estratégia para liberar os recursos federais alocados para custear as obras de mobilidade urbana que ganharam prioridade nacional em razão da Copa do Mundo de 2014.

Já faz mais de um ano que esse tema entrou na agenda da cidade, mas a Prefeitura não conseguiu – ainda – ter os projetos em mãos, nem – muito menos – cumprir as exigências do governo federal para a liberação desse recursos.

Ao longo de todo esse tempo não tem faltado um rico noticiário em torno de contatos, audiências, interferências, reivindicações e apelos em favor da liberação dos tais recursos.

- E nada!

Por último, a Prefeitura resolveu recorrer ao Poder Judiciário para conseguir suprir as suas próprias deficiências, que não são poucas. Segundo a Caixa Econômica a Prefeitura de Natal tem dez pendências a superar antes de pensar em receber o dinheiro federal.

Diante do ritmo da Justiça brasileira essa estratégia seria perfeita para protelar uma definição. O nosso código de processo civil permite tantos recursos e embargos que o horizonte de três anos, até a Copa do Mundo, parece insuficiente mesmo para se conseguir uma só definição de uma dessas questões.

Não foi só uma, nem duas vezes, que se noticiou uma decisão judicial determinando a liberação das verbas consignadas para realização das obras de mobilidade urbana.

Para cada decisão favorável existe (e continuará existindo) um recurso ou embargo da decisão, uma vez que as Procuradorias federais são obrigadas – por dever de ofício – a tomarem essa providência.

Depois dessa colocação, fica claro o alto risco de continuarmos insistindo nessa estratégia, simplesmente porque existe uma data limite para as obras estarem concluídas.

Em razão disso chegou (ou já passou?) a hora de ser estabelecida uma data limite e uma outra alternativa para se buscar outras saídas: – Existe possibilidade de transferência dos convênios já firmados, para o Governo do Estado, por exemplo? O Governo topa assumir essas obras? Se topar, será que dispõe de condições para atender as exigências formais (capacidade de endividamento e regularidade junto à Secretaria do Tesouro Nacional) que a Prefeitura não está conseguindo atender?

Será possível uma outra alternativa, inclusive com a execução das obras pelo próprio Governo Federal?

São aspectos que precisam ser examinados e avaliados para que os maiores argumentos em favor dos altos investimentos comprometidos com o grande evento esportivo não desapareçam logo agora.

Por mais difícil que seja uma radical mudança de curso na trajetória estabelecida para a execução das obras de mobilidade urbana, não é protelando uma decisão inevitável que vai surgir uma solução para problema tão difícil. Mas, para tanto, é necessário que se estabeleça uma data limite e se desperte do sonho, antes dele virar pesadelo.

 

Cassiano Arruda Câmara

 

 

julho 23, 2011   No Comments

[Plural] A moral da base

Bira Rocha

Quando o Brasil foi escolhido como país sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014, o ministro dos Esportes, falando pelo governo, garantiu que o evento seria realizado sem o emprego de verbas públicas. A mesma posição foi confirmada pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que falava em nome da FIFA. [Read more →]

julho 22, 2011   1 Comment

[Roda Viva] Situação das obras

Cassiano Arruda Câmara

A grande batalha pela confirmação de Natal como sede da Copa do Mundo de 2014 está sendo desenvolvida nas próximas duas semanas. É uma guerra que se desenvolve em duas frentes: 1 – A construção do estádio Arena das Dunas; 2 – As obras de mobilidade urbana. [Read more →]

julho 18, 2011   2 Comments

[Editorial] Natal Radiografada

A sensação de que Natal perdeu faz tempo aquele ar de cidadezinha pacata de outras épocas fica mais evidente diante de pesquisas com a dimensão da revelada recentemente pelo IBGE e que motivou a ampla reportagem especial desta edição.

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julho 11, 2011   1 Comment