Saiba como melhorar o ambiente de trabalho para os seus funcionários

Medidas simples podem ser eficazes para oferecer um expediente muito mais agradável. Veja como dar os primeiros passos!

Um bom trabalho de marketing faz toda a diferença para atrair e reter clientes. O que a alta administração de uma empresa muitas vezes se esquece, porém, é que o primeiro público que deve ser conquistado é o interno. O funcionário é o primeiro consumidor do seu produto ou serviço, já que ele atua tanto como um controle de qualidade (mesmo que atue em um segmento totalmente distinto) quanto como um promotor de sua empresa.

É preciso, portanto, criar estratégias reais, que elevem a qualidade do trabalho em si. Contar com o formato híbrido, criar um plano de cargos e salários atraente e oferecer equipamentos de segurança no trabalho são algumas das formas de garantir bem-estar e cuidado durante o expediente. Veja outras maneiras de melhorar o ambiente corporativo.

Ouça sua equipe

O primeiro passo para saber como melhorar o ambiente de trabalho é ouvir as pessoas que atuam nele. Pergunte aos colaboradores quais os pontos fortes e fracos da empresa, o que faz com que eles continuem trabalhando nela e o que pode ser feito para aperfeiçoar o local de trabalho.

É bem provável que as equipes se sintam constrangidas a falar abertamente sobre o que pensam. Uma solução eficaz é garantir o anonimato. Portanto, os funcionários podem responder formulários online ou conversar com o setor de recursos humanos. 

Se sua empresa tiver um relacionamento mais próximo com os colaboradores, é possível coletar essas informações com uma conversa mais informal. Vale observar qual a opção mais adequada para seu tipo de instituição. 

Invista na comunicação interna

Muitas das iniciativas para oferecer melhorias na empresa sequer chegam aos ouvidos dos funcionários. Quando não há uma comunicação interna bem-feita, a informação não chega aos interessados. Além disso, os veículos corporativos evitam ruídos e boatos que possam desestabilizar as equipes.

O primeiro passo para implementar a comunicação interna é conscientizando todos sobre sua importância. Só a partir daí é possível contar com estratégias e ferramentas eficazes, que possam levar informações relevantes a todos os interessados. É importante que essa conscientização parta da alta administração, como o CEO, e siga para os demais níveis.

Por fim, escolha os canais que estejam de acordo com a realidade da sua empresa. Há uma série deles, que vão desde o jornal-mural até as redes sociais corporativas. O importante é que eles sejam capazes de chegar até o seu público. 

Ofereça o formato híbrido

Para muitas pessoas, ir ao ambiente de trabalho é extremamente estressante — e isso nada tem a ver com o trabalho em si. Com a pandemia de covid-19, esse público percebeu como consegue ter mais produtividade em sua própria residência, pois não perde tanto tempo com trânsito, consegue resolver problemas domésticos e aumenta o contato com a família. Além disso, boa parte dos funcionários sente uma certa frustração em ter que ir ao local de trabalho para fazer algo que pode ser resolvido sem ter que sair de casa.

Para o gestor que gosta de manter o contato presencial com o corpo de trabalho, uma solução viável é o formato de trabalho híbrido, em que o funcionário fica três dias em home office, por exemplo, e o restante no escritório. Esse tipo de formato funciona principalmente com revezamento: enquanto um colaborador está em home office, outro que atua no mesmo segmento fica no escritório, e vice-versa.

Crie um plano de cargos e salários

O funcionário celetista é interessado em estabilidade, mas isso não significa que não deseje crescer na empresa. Oportunidade de carreira, aliás, é o que muitas vezes faz com que bons talentos comecem a trabalhar para a concorrência.

Comece criando um roteiro com todos os cargos e atribuições que um colaborador pode ter na sua empresa, assim como a remuneração máxima que pode ser alcançada com a conquista de metas e com um tempo específico de contratação. Depois, classifique-os como júnior, pleno ou sênior, fornecendo vantagens ascendentes para estimular o trabalhador a subir de colocação.

Tenha sempre bons equipamentos de segurança

Empresas de saúde, segurança do trabalho e engenharia precisam contar com equipamentos de proteção individual (EPI) para garantir que os funcionários trabalhem com o máximo de segurança possível. Contudo, até mesmo escritórios podem contar com recursos que protejam o trabalhador, como álcool em gel à disposição, máscaras descartáveis e distanciamento entre as cadeiras de trabalho.

Looks maravilhosos com jaqueta puffer

A jaqueta puffer é a febre do momento. Ainda não sabe como usar essa peça? Vem, que a gente te ensina!

 

Se você acompanha as principais tendências de moda, já deve ter notado que a jaqueta puffer se tornou um sucesso absoluto entre as fashionistas. E não foi por acaso: descolada e superconfortável, a peça é fácil de usar e, de quebra, consegue garantir um look pra lá de estiloso, especialmente durante os dias mais frios e que exigem uma proteção extra. 

 

Contudo, ao observar esse tipo de casaco hipervolumoso, é comum que algumas pessoas se questionem como usá-lo no dia a dia. Afinal, é possível levá-lo para as produções do escritório? A jaqueta puffer pode ser coordenada com jeans e moletom? 

 

Bom, caso você também esteja se perguntando sobre isso, fique tranquila. Abaixo, mostramos dicas valiosas e que te guiarão na hora de elaborar um outfit atual e para lá de estiloso. Fique de olho e arrase por aí!

Jaqueta puffer com jeans 

 

Não tem para ninguém! O jeito mais simples e certeiro de usar a jaqueta puffer é coordenando o traje com peças em jeans. Sabe aquela calça mom jeans supercuringa? Certamente, a vestimenta ficará lindíssima ao lado do seu casaco volumoso. 

 

Nesse caso, indicamos investir em uma calça de modelagem mais justinha ao corpo, garantindo um contraste de proporções interessante e bem equilibrado. 

 

E mais! Nos pés, caso queira adicionar um toque extra de estilo, considere utilizar um calçado marcante. As versões de botas em animal print, por exemplo, são ótimas para fazer com que o outfit fuja do óbvio.

Jaqueta puffer como ponto de cor 

 

Outra maneira fantástica de aproveitar o potencial da jaqueta puffer é utilizá-la como ponto de cor em um look. Aqui, não tem mistério: a sua única missão será elaborar um visual todo neutro e, para arrematar, utilizar uma jaqueta puffer pautada por uma tonalidade marcante. 

 

Imagine, por exemplo, como uma combinação all black não ficaria lindíssima com um casaco volumoso vermelho? Sem dúvida, todos os olhares se voltariam para a jaqueta puffer, sendo ela a protagonista do visual. 

 

Fora isso, tal estratégia é excelente para quem está a fim de ousar, mas, ao mesmo tempo, não deseja gastar tanto tempo na hora de se arrumar. Vale fazer o teste!

Jaqueta puffer com alfaiataria 

 

Engana-se quem imagina que a jaqueta puffer não pode ser usada com elementos de alfaiataria. Pode, sim! Nesse sentido, a sugestão é coordenar o seu casaco para lá de fashion com peças mais discretas, promovendo um hi-low superinteressante. 

 

O segredo, porém, é prezar pelo equilíbrio, evitando cometer exageros. Assim, aposte em uma jaqueta puffer de tonalidade mais discretinha, como as versões em preto ou em nude. 

 

Em paralelo, vale usar e abusar dos trajes sociais, tais como as calças e as camisas. Para finalizar, o uso de uma belíssima ankle boot faz toda a diferença, uma vez que ela eleva o outfit e te ajuda a exalar poder em qualquer ocasião.

Dica extra: outras possibilidades com a jaqueta puffer 

 

É claro que ainda não acabamos! Além das sugestões mencionadas, existem outras possibilidades excelentes para quem está a fim de explorar o potencial da jaqueta puffer. Espia só: 

 

  • Jaqueta puffer com minissaia; 
  • Jaqueta puffer com saia midi floral; 
  • Jaqueta puffer com legging e coturno; 
  • Jaqueta puffer com macacão utilitário, entre outras.

 

Viu só? Como conseguimos notar, a jaqueta puffer é um item indispensável no guarda-roupa da mulher contemporânea. Agora que você já está por dentro dessa tendência, aproveite para explorá-la e deixar os seus próximos visuais atualizados. Depois, volte aqui e nos conte qual foi o resultado dessa combinação. Até mais!

Como utilizar o mármore ou itens com estampas de pedra na decoração

Deixe a sua casa mais elegante com essa pedra clássica

 

O uso de recursos minerais é algo presente há milhares de anos na história da humanidade. No período Neolítico, por exemplo, estátuas, monumentos e túmulos já eram feitos com rochas ornamentais, a exemplo do granito e do mármore.

 

Este último, por sua vez, é uma das muitas pedras usadas como revestimento, em paredes, móveis e até mesmo na decoração dos ambientes. E o que é melhor, ele traz todo um quê de sofisticação e elegância para qualquer home style.

 

Se é isso que você está procurando, veio ao lugar certo. Conheça um pouco mais sobre o mármore, seus principais tipos de aplicação e como usá-lo em diferentes cômodos e na decoração da casa.

O que é o mármore?

Antes de mais nada, é preciso dizer que até chegar à pedra que conhecemos como mármore, esse elemento passou por diversos processos e demorou centenas de anos até ser totalmente formado. O mármore é uma rocha metamórfica encontrada em regiões vulcânicas, gerada a partir de vários processos químicos e físicos.

 

O resultado disso é aquilo que conhecemos como mármore, uma pedra bem mais homogênea e que apresenta diversos veios em sua superfície. Sua coloração é variada, podendo se apresentar em tons de branco, creme, preto, verde e até róseo.

 

Pensando do ponto de vista histórico, o mármore é usado desde o período Neolítico e vai ganhando força com as antigas civilizações, especialmente os egípcios e gregos. É na Idade Média, porém, que o mármore passa a fazer parte do interior das casas e se espalha da Europa para o resto do mundo.

Aplicação do mármore e cuidados

Em se tratando do uso do mármore do ponto de vista residencial, há uma unanimidade quanto à utilização dessa pedra em ambientes específicos, como 

 

banheiros, salas, escadas e pisos. Por conta do alto custo e da sensibilidade à umidade, o mármore acaba não sendo tão usado em ambientes externos.

 

Para inibir possíveis danos, é necessário que a peça passe por um processo de impermeabilização (principalmente se ela for ficar em uma área externa ou molhada) e sua aplicação deve ser feita apenas por profissionais especializados. Na parte da limpeza, jamais usar produtos abrasivos e alcalinos.

 

A seguir, veja algumas sugestões de uso do mármore, desde os usos clássicos até os mais inovadores, além de itens com estampas de pedra para dar uma nova cara para a sua decoração.

Deixe o mármore como destaque

Uma possibilidade bem interessante é tornar a peça de mármore a “estrela” do ambiente, isto é, dar a ela o máximo de destaque (algo bem fácil, tendo em vista a imponência dessa pedra).

 

Um painel, uma lareira, a bancada da pia do banheiro ou da cozinha feitos exclusivamente com mármore são opções que vão dar mais sofisticação a cada um dos cômodos supracitados.

Combine mármore de cores diferentes

Existe uma diversidade imensa de cores e texturas de mármore. Portanto, outra sugestão é criar combinações que fujam um pouco do óbvio, mas de forma harmônica e rebuscada.

 

Portanto, atente-se à paleta de cores usada, evitando tonalidades conflitantes. Pedras mais claras, como o mármore Crema Marfil e Carrara, podem ser mescladas com pedras de tons mais intensos, como Marrom Imperial e Calacata.

Busque revestimentos semelhantes

Não é novidade nenhuma que o mármore é uma das pedras de maior valor de mercado, sendo bastante caro para ser usado em grande quantidade. Então, no caso de pisos, uma alternativa é apelar para revestimentos semelhantes.

 

Um exemplo é o porcelanato, que, além de ter opções que reproduzem perfeitamente o mármore, ainda tem como benefícios a alta resistência, versatilidade, facilidade de manutenção e limpeza e preço bem mais acessível.

 

Traga o mármore em outros elementos

O mármore pode aparecer também de outras formas para além das paredes e pisos. Mesas de jantar e mesas de centro, por exemplo, podem ter o tampo de granito, dando um diferencial à sua sala.

 

Além disso, ele também pode aparecer na decoração, em peças como relógio, porta-retratos e vasos de plantas. Eles não necessariamente serão feitos de mármore, mas podem ter estampas que reproduzem a pedra.

 

Como manter uma casa pequena sempre organizada

Dicas que vão te ajudar a se sentir confortável no seu lar e a nunca mais perder seus objetos

 

Manter a casa organizada não é uma tarefa fácil. Ainda assim, quando o espaço é menor, você precisa focar nisso. O motivo é bastante simples: muita bagunça passa a sensação de um lugar desconfortável, e o imóvel pode parecer ainda menor.

 

O primeiro passo é aproveitar os móveis multifuncionais, como a cama com baú, na qual você poderá guardar objetos pessoais, mas essa não é a única dica. Veja abaixo como manter tudo sempre em ordem.

Crie uma rotina

A rotina de limpeza e organização ajuda a manter a casa sempre arrumada. Defina qual será o dia da faxina e por onde você vai começar. A dica é dar preferência por um dia ao qual você pode se dedicar ao momento, como um sábado.

 

Assim, se todo sábado é dia de faxina, você reservará esse dia para dar aquela geral na casa. Tirar o pó, trocar as roupas de cama, lavar o banheiro são exemplos de atividades que acontecem nesse dia.

Adote o “usou, guardou”

Seja para roupas ou objetos, sempre adote a ideia de usar e guardar. Dessa forma você evita coisas acumuladas pela casa e, quando precisa de um item, sabe exatamente onde encontrá-lo.

 

A regra é válida até mesmo para as louças. Após cada refeição, lave tudo, enxugue ou deixe secar e guarde cada coisa em seu lugar.

Aproveite os móveis multifuncionais

Móveis multifuncionais são aqueles com mais de uma função. Alguns exemplos são as camas-baú, as mesas de canto com gavetas e as camas com gavetas. A ideia é poder guardar objetos e economizar espaço com o restante da mobília.

 

Por exemplo, no quarto, no lugar de ter uma estante e uma cama, você pode ter a cama-baú e, dentro dela, guardar brinquedos e outros itens. Também é possível ter uma cama com gavetas e dispensar o gaveteiro no cômodo.

Defina uma rotina de descarte

Muitas coisas acabam ficando apenas guardadas e sem uso. Em casas pequenas, é preciso estar atento a isso e verificar se é melhor jogar fora ou repassar para outra pessoa. 

 

As roupas podem ser vendidas em brechós ou doadas. Já os demais itens da casa podem ser descartados, ainda mais se apresentarem sinais de que estão muito velhos. Tem algo repetido? Doe para um amigo ou alguém da família.

Use organizadores

Cestos, caixas ou separadores, os organizadores facilitam a guardar objetos e manter tudo no lugar. Você pode tê-los em vários cantos do seu lar, desde na cozinha, para separar os talheres, até no quarto, dentro do guarda-roupa.

 

Faça um bom uso e, se necessário, etiquete os cestos e as caixas para saber o que está guardado ali. A dica é muito útil no caso dos armários, nos quais os itens ficam lá no alto.

Aposte no “menos é mais”

Espaços menores pedem uma decoração mais leve e clean, então siga a ideia do menos é mais. Você até pode ter bibelôs e outros itens decorativos, mas tente aproveitar ao máximo os próprios móveis.

 

Além disso, foque em usar as paredes, com quadros, fotos e papel de parede, e diminua o número de objetos que ficam no chão. Até mesmo para os móveis, o indicado é ter o mínimo possível em cada cômodo.

Padronize os potes da cozinha

Você vai precisar de potes na cozinha para guardar os alimentos e para usar nos preparos. No lugar de ter várias opções, procure padronizar para facilitar na hora de guardar. 

 

A dica é investir na mesma marca e em tamanhos parecidos, fáceis de encaixar um dentro do outro. Quanto aos potes para armazenar alimentos, a dica é usar todos do mesmo tamanho, não importa se vão para a geladeira ou para o armário. Se for de cor mais escura, lembre-se de etiquetar para saber o que tem ali.

Carteira de habilitação: saiba como se preparar para as provas

Conheça dicas valiosas para se preparar adequadamente para os exames teórico e prático de habilitação

 

Quando se inicia o processo de habilitação para dirigir, o candidato logo pensa em dois “obstáculos” que terá pelo caminho: a prova teórica e o exame de direção, etapas essenciais para garantir a CNH. Com isso, desde o começo, é normal ficar pensando em como se preparar adequadamente para essas etapas.

 

Afinal, de nada adianta se o futuro motorista pesquisar por lojas especializadas que tenham tudo para motos se ele ainda não pode transitar com ela, não é mesmo? Por isso, o texto abaixo dá mais detalhes sobre como funciona o processo de habilitação e dicas para ter um bom preparo para as provas.

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Cães de guarda: conheça melhor os Rottweilers

Raça é reconhecida mundialmente pela força e inteligência

 

Dono da nona posição no ranking de inteligência canina, segundo o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Rottweiler é também uma das raças de cães preferidas dos brasileiros.

 

Características como força, agilidade e instinto de liderança fazem com que esses animais sejam excelentes cães de guarda. Um erro comum, no entanto, é a associação do Rottweiler como uma raça agressiva e violenta.

 

Na verdade, isso vai depender muito mais da forma como o animal vai ser criado do que do seu temperamento propriamente. Para eliminar esse tipo de preconceito, te convidamos a conhecer um pouco mais sobre os Rottweilers.

Origem dos Rottweilers

Como acontece com diversas outras raças, existem histórias controversas a respeito do local de origem do Rottweiler. Alguns especialistas apontam que esses cães sejam descendentes da raça Boiadeiro de Berna (Bernese), enquanto outros acreditam que se trata do cruzamento entre Pastor Alemão e Mastim Napolitano.

 

Acredita-se, porém, que o Rottweiler seja uma das raças mais antigas do mundo, já que seus antepassados teriam percorrido o sul da Alemanha com o exército do Império Romano. O cruzamento desses animais com cães locais teria dado origem ao que hoje conhecemos como Rottweiler.

 

Seu nome é derivado de Rottweil, tida como local de origem dessa raça. Conta-se ainda que os açougueiros da cidade alemã de Rottweil usavam esses cães para puxar carros de carne, facilitando seu transporte. Daí é que surge sua primeira nomenclatura como o “Cão de açougueiro de Rottweil” (Rottweiler metzgerhund).

 

Com o passar do tempo, o Rottweiler passou a ser usado também como cão de pastoreio e de guarda. Inclusive, ele é considerado como um cão de guerra, que auxiliou o exército alemão tanto na Primeira quanto na Segunda Guerra Mundial.

 

Características do Rottweiler

O Rottweiler é uma raça com estrutura corporal robusta e forte. Sua pelagem é quase totalmente preta, com partes específicas em marrom puxado para o dourado ou castanho, como focinho, patas, parte das pernas e alguns pontos do corpo. Ele possui ainda uma forte arcada dentária, com 42 dentes. 

 

Em média, um Rottweiler tem 68 cm de altura e peso de 50 kg, sendo considerado um animal de porte médio a grande. A expectativa média de vida dessa raça gira em torno dos 10 anos.

 

Esses cães são bastante territorialistas e tendem a proteger o ambiente e as pessoas com quem convivem. Quando se trata de temperamento, porém, não há um consenso, já que eles tanto podem ser extremamente dóceis e brincalhões, quanto intimidadores e sérios.

 

O comportamento vai ser definido, em parte, graças à forma como o animal vai ser criado. Se ele vive em um lar amoroso e passou por um processo de adestramento, provavelmente será um animal de fácil convivência. Caso contrário, pode se tornar arisco e até violento.

 

De um modo geral, o recomendado é que o Rottweiler seja apresentado, ainda filhote, a diferentes tipos de estímulos — como contato com pessoas de diferentes etnias, idades, sexo, além de outros animais, como cães e até mesmo gatos. 

 

O adestramento também é essencial, pois irá ensinar o cachorro a se comportar e a entender o que pode ou não fazer e qual o seu lugar, de modo a evitar problemas com agressividade, por exemplo.

Cuidados que você precisa ter com seu Rottweiler

O pelo do Rottweiler é mais curto, o que torna a sua manutenção mais fácil. A escovação diária, por exemplo, ajuda a remover o excesso de pelos mortos, deixando a pelagem brilhante e bonita por muito mais tempo. Os banhos não precisam ser tão frequentes, mas, se preferir, opte pelos feitos a seco.

 

Por conta do seu tamanho, é indispensável manter uma rotina com atividade física. Podem ser caminhadas, corridas ou mesmo brincadeiras de pegar objetos. O importante é que ele tenha esse momento para extravasar o excesso de energia.

 

Os exercícios também são importantes para manter o peso do Rottweiler, já que esse animal tende a ser bastante guloso, evitando problemas como a obesidade canina.